Neste espaço interativo o ALUNO terá informação, avaliação no Processo, acompanhamento do conteudo e consultoria > Especialista Neca Machado > nmmac@live.com
neca
terça-feira, 28 de outubro de 2014
EMPREENDEDORES DE DECORAÇÃO
Para ser um EMPREENDEDOR DE DECORAÇÃO DE INTERIORES, É PRECISO ESTUDAR PAISAGISMO, DECORAÇÃO, CONHECER FLORES, ETIQUETA....
AULA - 27.10.2014 > CONCEITO DE PROJETO
Projeto de pesquisa
Projeto de pesquisa é um documento elaborado pelo pesquisador, no qual este apresenta as ideias centrais da pesquisa. No projeto de pesquisa devem ser abordadas áreas como o tema, formulação do problema, objetivos, metodologia adotada na pesquisa, etc.
Projeto é um plano para a realização de um ato e também pode significar desígnio, intenção, esboço.
Esta é uma palavra oriunda do termo em latimprojectum que significa “algo lançado à frente”. Por esse motivo, projeto também pode ser uma redação provisória de uma medida qualquer que vai ser realizada no futuro.
Um projeto de lei é uma proposta apresentada para ser discutida e convertida em lei. Consiste em um texto que é escrito e que para se transformar em lei, depende de aprovação.
Um projeto pode ser um plano geral de uma determinada obra, e é constituído por um conjunto de documentos que contêm as instruções e determinações necessárias para definir a construção de um edifício ou outra obra. Um projeto consta de peças desenhadas, memória descritiva, medições, orçamento e caderno de encargos. Um projeto final de uma obra deve conter todos os documentos técnicos necessários para a construção de um edifício ou a execução de uma outra obra.
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
ORIENTAÇÕES SOBRE PADRÕES DA ABNT
APRESENTAÇÃO
Fazer um trabalho acadêmico exige muito de qualquer pesquisador ou estudante.
Além de todo esforço em torno do tema do trabalho, é fundamental ainda, adequá-lo às normas de
apresentação.
Afinal, de nada adianta empenhar todos os esforços no desenvolvimento do tema se na hora de apresentá-lo não estiver dentro dos padrões estabelecidos pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas).
E são inegáveis os desencontros de informações relacionadas à normalização de trabalhos acadêmicos e científicos. Isto se dá diante da complexidade e amplitude de temas tratados pelas normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
Estas informações vem fornecer subsídios aos estudantes para que elaborem o Projeto de
Pesquisa, para a posterior graduação e quanto na pós-graduação (especialização) de acordo com as
normas da ABNT,
Muitos questionamentos sobre a utilização das normas são feitos em sala de aula: o
que é a ABNT?
Por que apresentar trabalhos acadêmicos de acordo com as normas da ABNT? A Associação Brasileira de Normas Técnicas, cuja sigla é ABNT, é uma entidade privada, fundada em 1940, reconhecida como o único Fórum Nacional responsável pela normalização técnica do país, cujo ideal é a efetiva contribuição para o desenvolvimento tecnológico brasileiro. Ela é também a única e exclusiva representante no Brasil das seguintes entidades internacionais: ISO (International Organization for Standardization),
IEC (International Electrotechnical Comission); e das entidades de normalização regional
COPANT (Comissão Pan-americana de Normas Técnicas) e a AMN (Associação
MERCOSUL de Normalização).
As normas da ABNT têm o objetivo de uniformizar a produção, e nesse conceito de
produção incluem-se os trabalhos acadêmicos. Desse modo, toda e qualquer produção
científica oficial, como projetos de pesquisa, TCCs, monografias, dissertações de mestrados e
teses de doutorado, devem obedecer à normatização da ABNT.
Na realidade as normas da ABNT visam determinar um padrão nos trabalhos, facilitando
assim a avaliação dentro de um mesmo parâmetro.
APOIO A ELABORAÇÃO DOS PROJETOS
SUMÁRIO
APRESENTAÇÃO .......................................................................................................
1 INTRODUÇÃO .........................................................................................................
2 PONTO DE PARTIDA .............................................................................................
2.1 OBTENÇÃO DO MATERIAL ................................................................................
2.2 LEITURA DO MATERIAL OBTIDO ....................................................................
3 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA ......................................................
3.1 CAPA .......................................................................................................................
3.2 FOLHA DE ROSTO ................................................................................................
3.3 LISTAS .....................................................................................................................
3.4 SUMÁRIO ................................................................................................................
3.5 INTRODUÇÃO ........................................................................................................
3.5.1 Definição do tema ................................................................................................
3.5.2 Delimitação do tema ............................................................................................
3.6 JUSTIFICATIVA .....................................................................................................
3.7 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA .........................................................................
3.7.1 A escolha do problema de pesquisa ..................................................................
3.8 HIPÓTESE OU PRESSUPOSTOS ..........................................................................
3.9 OBJETIVOS .............................................................................................................
3.9.1 Objetivo geral .......................................................................................................
3.9.2 Objetivo específico ...............................................................................................
3.10 REFERNCIAL TEÓRICO .....................................................................................
3.11 METODOLOGIA ...................................................................................................
3.12 CRONOGRAMA ...................................................................................................
3.13 ORÇAMENTO .......................................................................................................
3.14 REFERÊNCIAS .....................................................................................................
3.15 GLOSSÁRIO ..........................................................................................................
3.16 APÊNDICES E ANEXOS .....................................................................................
3.17 ÍNDICE ...................................................................................................................
REFERÊNCIAS .....................................................................
APRESENTAÇÃO .......................................................................................................
1 INTRODUÇÃO .........................................................................................................
2 PONTO DE PARTIDA .............................................................................................
2.1 OBTENÇÃO DO MATERIAL ................................................................................
2.2 LEITURA DO MATERIAL OBTIDO ....................................................................
3 ESTRUTURA DO PROJETO DE PESQUISA ......................................................
3.1 CAPA .......................................................................................................................
3.2 FOLHA DE ROSTO ................................................................................................
3.3 LISTAS .....................................................................................................................
3.4 SUMÁRIO ................................................................................................................
3.5 INTRODUÇÃO ........................................................................................................
3.5.1 Definição do tema ................................................................................................
3.5.2 Delimitação do tema ............................................................................................
3.6 JUSTIFICATIVA .....................................................................................................
3.7 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA .........................................................................
3.7.1 A escolha do problema de pesquisa ..................................................................
3.8 HIPÓTESE OU PRESSUPOSTOS ..........................................................................
3.9 OBJETIVOS .............................................................................................................
3.9.1 Objetivo geral .......................................................................................................
3.9.2 Objetivo específico ...............................................................................................
3.10 REFERNCIAL TEÓRICO .....................................................................................
3.11 METODOLOGIA ...................................................................................................
3.12 CRONOGRAMA ...................................................................................................
3.13 ORÇAMENTO .......................................................................................................
3.14 REFERÊNCIAS .....................................................................................................
3.15 GLOSSÁRIO ..........................................................................................................
3.16 APÊNDICES E ANEXOS .....................................................................................
3.17 ÍNDICE ...................................................................................................................
REFERÊNCIAS .....................................................................
segunda-feira, 20 de outubro de 2014
EMPREENDEDOR TEM QUE TER > CRIATIVIDADE E INOVAÇÃO
Criatividade e inovação
O que vem à sua mente quando você
pensa sobre a criatividade? Alguns pensam em pessoas muito especiais e que a
criatividade envolve talentos extraordinários.
Associam criatividade com as
artes, com a ciência e grandes invenções. Pensam em Leonardo da Vinci, Mozart,
Einstein, Picasso, Santos Dumont, Henry Ford e Steve Jobs.
Estas pessoas certamente realizaram
coisas notáveis, com impactos profundos e duradouros sobre nossas vidas. Mas há
outras valiosas expressões de criatividade que se incorporaram ao nosso
cotidiano, mas que não são lembradas quando se fala em criatividade.
Muito do que você hoje olha como
trivial e corriqueiro, já foi considerado uma notável invenção na ocasião de
sua introdução. Refiro-me a invenções simples, mas que se tornaram
indispensáveis, como a escada, a tesoura, a chave de fenda, o lápis, o carrinho
de supermercado, etc.
Da mesma forma, presenciamos
diariamente valiosas expressões de criatividade em todos os setores de
atividade como artesanato, indústria, comércio, diversão, etc.
Esta diversidade de manifestações
criativas explica as dezenas de definições para o termo criatividade. A
criatividade tem significados distintos para diferentes pessoas e pode ser
definida segundo a perspectiva limitada de diferentes disciplinas como
negócios, ciências, música, artes plásticas, teatro, dança e arquitetura.
Numa perspectiva bastante abrangente,
a criatividade pode ser definida como o processo mental de geração de novas idéias por indivíduos ou grupos.
Uma nova idéia pode ser um novo
produto, uma nova peça de arte, um novo método ou a solução de um problema.
Esta definição tem uma implicação importante, pois, como processo, a criatividade
pode ser estudada, compreendida e aperfeiçoada. Ela tira da criatividade aquela
áurea de um evento mágico, místico e transcendental; um beijo de Deus na sua
testa.
Ser criativo é ter a habilidade de
gerar idéias originais e úteis e solucionar os problemas do
dia-a-dia. É
olhar para as mesmas coisas como todo mundo, mas ver e pensar algo diferente.
dia-a-dia. É
olhar para as mesmas coisas como todo mundo, mas ver e pensar algo diferente.
O balão de ar quente foi
inventado pelos irmãos Joseph e Etienne Montgolfier em 1783. A idéia teria
ocorrido a Joseph ao ver a camisola de sua mulher levitar, depois que ela a
colocara perto do forno para secar. Daí teria vindo a idéia de construir um
grande invólucro em forma de pêra, de papel e seda, com uma abertura na base
para ser inflado com a fumaça de palha queimada. Milhões de pessoas já tinham
visto este fenômeno, mas somente os irmãos Montgolfier tiraram proveito prático
desta observação. Eles viram muito mais do que uma camisola flutuando – isto é criatividade.
Inovação e criatividade são a mesma
coisa?
A resposta é não.
Criatividade é pensar coisas novas,
inovação é fazer coisas novas e valiosas.
Inovação é a implementação de um novo
ou significativamente melhorado produto (bem ou serviço), processo de trabalho,
ou prática de relacionamento entre pessoas, grupos ou organizações.
Os conceitos de produto,
processo e prática são totalmente genéricos, se aplicando a todos os campos da
atividade humana, como indústria, comércio, governo, medicina, engenharia,
artes, entretenimento, etc. O termo implementação implica em ação: só há
inovação quando a nova idéia é julgada valiosa e colocada em prática.
Os irmãos Montgolfier transformaram a
observação de uma camisola flutuando num balão – isto é inovação.
Nem sempre a inovação é o resultado
da criação de algo totalmente novo mas, com muita freqüência, é o resultado da
combinação original de coisas já existentes.
A invenção do radar é uma combinação
de elementos conhecidos: ondas de rádio, amplificadores e osciloscópios.
Algumas importantes inovações consistem de novos usos para objetos e
tecnologias existentes. Um bom exemplo é o uso da Internet pelos bancos,
permitindo aos clientes o acesso direto aos serviços bancários. Outro exemplo:
o uso do telefone celular para monitoramento de portadores de doenças
cardíacas.
Quem são os maiores empreendedores brasileiros
deste século?
Quais os homens que fizeram a diferença na
construção e na reconstrução do capitalismo nacional?
A EXAME fez essas perguntas a dezenas de
representantes do mundo corporativo ao longo das últimas semanas.
sobre a lista. Ao final, sobraram 20 nomes.
O resultado vai muito além de histórias pessoais e
isoladas, construídas com base em trabalho, perseverança e inovação.
O que se tem é o retrato das extraordinárias
mudanças pelas quais o Brasil passou no decorrer dos últimos 100 anos. Nada -
ou quase nada - sobrou do país de Francesco Matarazzo, o personagem que abre a
série dos 20 empreendedores nacionais.
Em 1902, quando o imigrante italiano que mais tarde
ganharia o título de conde fundou a Metalúrgica Matarazzo, o Rio de Janeiro era
a capital da República, o café ainda era a base da economia e toda a população
do país era formada por não mais que 18 milhões de pessoas.
O Brasil de empreendedores como Jorge Paulo Lemann,
Jorge Gerdau e Abilio Diniz é outro. É o país que, cada vez mais, tenta se
movimentar de acordo com a lógica do mundo globalizado. Três banqueiros
aparecem na lista: Amador Aguiar, do Bradesco; Olavo Setubal, do Itaú; e
Walther Moreira Salles, do Unibanco.
Há também três representantes da mídia: Assis
Chateaubriand, o polêmico criador dos Diários Associados e pioneiro da
televisão no país; Victor Civita, o fundador da Editora Abril, que edita a
EXAME; e Roberto Marinho, das Organizações Globo. Sebastião Camargo, da Camargo
Corrêa, e Norberto Odebrecht, da Odebrecht, aparecem como os grandes
empreiteiros brasileiros.
RESPONSABILIDADE DO TECNICO EM ANALISES CLINICAS
Contribuição
aos ALUNOS DA 123-TAC.
Responsabilidade técnica
Os profissionais de nível médio não podem em hipótese alguma liberar
laudo, resultados ou perícias bem como responder sobre o laboratório.
As competências legais para isso competem ao
profissional de nível superior,
que possui a competência legal para liberar resultados, laudos ou perícias bem
como as responsabilidades civis e penais sobre os erros cometidos por eles e
pelos técnicos que os auxiliam.
Estes profissionais de nível superior possuem
o TRT (Termo de
Responsabilidade Técnica) sobre o laboratório que são responsáveis em número
máximo de dois. Os profissionais de nível superior quando iniciam o seu
trabalho no laboratório, fazem o ART (Anotação
de Responsabilidade Técnica) junto ao conselho a qual é subordinado.
Ao terminar o vinculo empregatício com o
laboratório e deixar de ser o responsável técnico de nível superior pelo
laboratório, este deve dar baixa no ART e no TRT para que possa assumir outro
laboratório, o que está previsto no Código de Ética.
Os ARTs são comprovações de que o
profissional possui experiência e atuou na área de laboratório junto aos
Conselhos e possui vínculo com o laboratório ou possuiu em data anterior.
Só podem ter o TRT ou ART os profissionais de nível
superior habilitados a exercer a atividade de laboratório, porém não é
obrigatório, até o presente momento, aos técnicos de Análises Clinicas se
registrarem junto ao Conselho Regional de Farmácia, de Química ou de
Biomedicina para poderem exercer a atividade de técnico. O profissional, mesmo
possuidor do curso técnico de análises clínicas (nomenclatura oficial
brasileira, aceita atualmente para todas as denominações anteriores, conforme
caderno de cursos técnicos do MEC (Ministério da Educação), se não estiver
registrado junto ao Conselho Regional de Farmácia, conforme previsto na Lei
Federal 3820 de 11 de novembro de 1960, Art 14, § único, letra a, está no
exercício irregular da profissão, o que configura crime.
Referências
·
Resolução 12, de 19 de junho de 1993 do CFBio (Conselho Federal de
Biologia) - (Dispõe sobre a regulamentação para a concessão de Termo
de Responsabilidade Técnica em Análises Clínicas e dá outras providências ao
biólogo.[1]. Acessado em 01/01/2010
·
Lei Federal 3.820 de 11 de novembro de 1960 - Cria
o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Farmácia, e dá outras
Providências.
MICRO EMPREENDEDOR
INDIVIDUAL
Considera-se MEI o
empresário individual a que se refere o art. 966 da Lei nº 10.406, de 10 de
janeiro de 2002 - Código Civil, que tenha auferido receita bruta, no
ano-calendário anterior, de até R$ 60.000,00 mil reais, seja optante pelo
Simples Nacional e exerça atividade permitida ao MEI.
1. A Lei Complementar
no. 128/2008 que alterou a Lei Geral da Micro e
Pequena Empresa (Lei Complementar nº 123/2006).
A
Resolução 58/2009, atualizada pela Resolução 78/2010, regulamentou o capítulo
da Lei Complementar nº 128/08 que criou o Empreendedor Individual e suas
atividades, figura jurídica que entra em vigor dia 1º de julho de 2009.
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